Os rumores sobre um smartwatch da Meta voltaram a ganhar força, e não é à toa.
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Depois do que aconteceu com os óculos Ray-Ban, Meta pode lançar smartwatch após sucesso do Meta Ray-Ban ainda faz sentido — e talvez mais do que nunca.
O que antes parecia um capricho agora carrega o peso de um acerto comercial inesperado.
Continue a leitura do nosso artigo e saiba mais!
Sumário dos Tópicos Abordados
- O Que Realmente Sabemos Sobre Esse Smartwatch?
- Como o Fenômeno Ray-Ban Está Moldando Essa Aposta?
- Quais Recursos Podem Aparecer no Dispositivo?
- Por Que a Meta Resolveu Tentar de Novo Justo Agora?
- Quais os Riscos e Quem Está no Caminho?
- Dúvidas Frequentes
O Que Realmente Sabemos Sobre Esse Smartwatch?

O codinome é Malibu 2. A janela de lançamento apontada por quem acompanha de perto é o final de 2026.
Não é especulação solta: fontes internas vazaram que o projeto foi ressuscitado depois de ficar na gaveta por anos.
Diferente do que se tentou em 2022 — quando câmeras, bateria fraca e corte de custos mataram a ideia —, agora o foco parece ser assistente de IA no pulso e rastreamento de saúde com um toque neural.
O relógio não quer ser só mais um concorrente do Apple Watch. Ele quer ser o controle remoto invisível dos óculos Ray-Ban.
Pouco se sabe sobre design ou preço exato, mas a intenção clara é criar um ecossistema onde os dois dispositivos conversem sem você precisar mexer em nada. Isso já muda a conversa.
Leia também: Diversidade algorítmica: como IA e plataformas digitais ainda reproduzem vieses em 2026
Como o Fenômeno Ray-Ban Está Moldando Essa Aposta?
Os óculos inteligentes da Meta com a EssilorLuxottica venderam perto de 6 milhões de unidades em 2025 — número que pegou muita gente de surpresa, inclusive dentro da empresa. Não foi só volume: foi aceitação.
Pessoas usam os Ray-Ban no dia a dia sem parecerem robôs de ficção científica.
Esse sucesso silencioso deu à Meta o oxigênio que faltava para revisitar ideias antigas.
Antes, hardware era visto como distração cara; agora, parece ser o caminho mais viável para manter usuários dentro do universo Meta AI.
Há algo quase poético nisso. O Ray-Ban entrou pela porta da frente disfarçado de acessório de moda.
O smartwatch pode ser a próxima etapa natural: menos chamativo que um headset, mais presente que um par de óculos.
++ Computação Verde: Como Empresas Estão Reduzindo o Impacto Ambiental de Data Centers e IA
Quais Recursos Podem Aparecer no Dispositivo?
Os boatos mais consistentes falam em sensores de saúde que vão além do básico — frequência cardíaca contínua, análise de sono, talvez até sinais de estresse interpretados por IA.
O diferencial seria o neural sensing: tecnologia que capta sinais elétricos dos músculos para comandos gestuais sem precisar falar ou tocar na tela.
O Meta AI estaria no centro de tudo, respondendo a perguntas contextuais, sugerindo ações, talvez até antecipando necessidades.
Um exemplo que imagino: você está correndo de manhã em Sorocaba, o relógio percebe que sua cadência caiu, cruza com dados de sono ruim da noite anterior e já ajusta a playlist para algo mais motivador enquanto os Ray-Ban mostram o mapa AR da rota.
Outro cenário: durante uma reunião remota, o pulso vibra com resumo em tempo real do que está sendo dito nos óculos, permitindo que você responda sem desviar o olhar da câmera.
São possibilidades que, se entregues bem, podem fazer o produto parecer indispensável.
Tabela rápida comparando o que se especula com o que já existe no mercado:
| Recurso | Malibu 2 (rumores) | Apple Watch Series 11 | Galaxy Watch 8 (2025) |
|---|---|---|---|
| IA nativa | Meta AI + neural sensing | Siri com Apple Intelligence | Galaxy AI + Bixby avançado |
| Saúde avançada | EMG muscular, estresse por IA | ECG, SpO2, temperatura | BioActive, análise de sono |
| Integração AR | Companheiro direto dos Ray-Ban | Limitada a apps | Integração parcial com óculos |
| Autonomia estimada | ~2 dias com IA ativa | 18–36 h | Até 3 dias |
| Preço projetado | US$ 350–450 | A partir de US$ 399 | A partir de US$ 349 |
Por Que a Meta Resolveu Tentar de Novo Justo Agora?
O timing não é coincidência. O mercado de wearables amadureceu, a IA deixou de ser promessa e virou expectativa mínima, e a Meta finalmente tem um hit de hardware para mostrar aos investidores.
Depois de anos gastando bilhões em metaverso e óculos que ninguém queria, o Ray-Ban provou que a abordagem discreta funciona.
Reviver o smartwatch agora também é defesa estratégica. Deixar o pulso vazio significa entregar esse território para Apple e Google de bandeja.
E a Meta aprendeu com os erros de 2022: menos ambição inicial, mais foco em integração com o que já vende.
Pergunta que fica no ar: não seria estranho se, daqui a alguns anos, o pulso virasse o principal portal de entrada para a IA pessoal — mais próximo do corpo do que qualquer tela?
Quais os Riscos e Quem Está no Caminho?
A concorrência não perdoa. Apple tem ecossistema fechado e fidelidade quase religiosa. Samsung domina Android com sensores maduros e atualizações constantes.
Entrar nessa briga com um produto de primeira geração é arriscado — ainda mais vindo de uma empresa que carrega o estigma de privacidade.
Bateria para IA constante sem virar um tijolo no pulso continua sendo o maior desafio técnico.
E há o risco social: um relógio sempre no pulso coleta dados biométricos 24/7. Mesmo com promessas de criptografia, o histórico da Meta deixa muita gente com o pé atrás.
É como pilotar um carro rápido depois de um acidente grave: a velocidade está aí, o motor ronca, mas todo mundo olha desconfiado.
Dúvidas Frequentes
| Pergunta | Resposta |
|---|---|
| Quando sai o smartwatch da Meta mesmo? | Aposta mais forte é final de 2026, mas nada oficial ainda. |
| Vai ter câmera no relógio? | Improvável — o foco agora é neural sensing, não hardware extra. |
| Ele substitui os Ray-Ban ou trabalha junto? | Trabalha junto. A ideia é formar um par complementar. |
| Vale esperar ou comprar um concorrente agora? | Se você já está no ecossistema Meta, vale esperar. Senão, opções atuais são mais seguras. |
| E a privacidade? Eles vão mesmo proteger meus dados? | Prometem criptografia ponta a ponta, mas o passado da empresa gera desconfiança legítima. |
Para acompanhar de perto: Análise do Tom’s Guide sobre a competição no pulso.